
Caminhou em
direção à estação Central do Metropolitano.
Acompanhava-a a
solidão, uma solidão desejada e querida. Saiu simplesmente para observar e
pensar. Pelo caminho viu gente agitada e apressada, jovens barulhentos em
grupo, gente cansada de trabalho, homens e mulheres a rir, gente de gravata e ricamente vestida,
homens e mulheres vestidos de trapos e despidos de dignidade.
Dentro do
mundo que é a cidade Nova Iorque, uma portuguesa...