
Já em terceiro domingo de Advento impõe-se-me uma reflexão. Ser mãe, quando se é realmente mãe, é supremo momento de felicidade, tão alto que só quem o vive o pode dizer, se for capaz. A Mãe gera em seu ventre um novo ser, uma vida nova a que que, se realmente é Mãe, se dedicará de corpo e alma. Se assim acontece com qualquer comum mãe, elevemos o nosso pensamento para Maria, a Mãe do próprio Amor, a Mãe perfeita, aquela que ama e se entrega...