
Era já mãe de uma
menina. Pequenina, rosto de boneca, gestos meigos e olhar terno. Era a vida e a
razão de viver da mãe. Uma doença levá-la-ia à morte se lhe não fosse doado um
órgão vital. Só um irmão a salvaria. Os pais decidiram e a mãe gerou. Desta vez
era um menino. Aos 18 meses tiraram-lhe um pouco de si, para salvar a irmã. Mas
ele não resistiu e deu-se todo, até o sorriso que lhe ficou seguro nos lábios
quando morreu.
A menina, essa,
cresceu...