
Vivia numa terra estranha, segundo os nossos
olhos podem ver e o pensamento pensar. Era um sítio lá longe, muito longe,
onde nem os foguetões grandes conseguem ir. Tão longe, que a luz do sol, um
sol mais bonito do que o nosso, nunca se apaga porque lá todos vivem sempre a
sorrir e não há luas que escondam o sol da vida das pessoas, nem zangas que
apaguem o brilho dos sorrisos, porque as pessoas são pequeninas por fora e
muito grandes por dentro. ...