
Tinha que ser, não podia ser de outra forma. Aliás, Deus não pactua
com meias medidas, faz e quer sempre o melhor. Com Maria, a vencedora sobre a serpente, o demónio, inicia-se uma nova Criação. O ser humano tinha-se corrompido com a cedência às tentações do mal. Era preciso reconstruir a humanidade,na sua original perfeição para que, por ela, o homem velho, marcado pelo pecado, a mancha original, ainda que pecador, tivesse acesso à salvação.
com meias medidas, faz e quer sempre o melhor. Com Maria, a vencedora sobre a serpente, o demónio, inicia-se uma nova Criação. O ser humano tinha-se corrompido com a cedência às tentações do mal. Era preciso reconstruir a humanidade,na sua original perfeição para que, por ela, o homem velho, marcado pelo pecado, a mancha original, ainda que pecador, tivesse acesso à salvação.
Era preciso nascer de uma mulher Aquele que sendo Deus, tinha que se fazer homem para poder remir a humanidade. Podia ter sido Ele o primeiro ser humano sem a mancha do pecado? Claro, nem a podia ter, sendo Deus também. Mas era preciso que uma criatura totalmente humana fosse perfeitamente criada. Vejamos o quanto de misericórdia Deus manifesta nesta mulher, a primeira da nova humanidade. Como poderia Deus ser concebido num seio humano que não fosse absolutamente puro?!

Contemplemos o próprio Deus a deleitar-se no esplendor e beleza daquela perfeita criatura.
E Maria não deixou que Nela fosse ferida a glória de Deus! Em tudo, sempre, embora livre para não o fazer, aceitou, acolheu e amou, a vontade do Pai. A criatura, o ser humano único, que nunca deixou que as garras do demónio a ferissem, a única que nunca lhe cedeu, a única que o tentador teme deveras. Por Jesus, que é Deus, ele sabe que é derrotado. Mas ser vencido por Maria, uma criatura humana é, certamente, para ele, a maior das derrotas.
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