
Carinhosamente
pousou a mão sobre a dela e sentiu-a agarrada e apertada como se aquela jovem
encontrasse, finalmente, algo em que lançar âncora no mar revolto da sua vida.
Mãos
que falam, mas os olhares não se cruzaram. Bastava-lhe, pensou a Ninfa, sentir
que tinha alguém que lhe desse a mão.
“Hi” - disse. A resposta foi um olhar fixo e mais lágrimas a correr.
“My father is…” disse, parando a frase
ao ver que na bolsa da Ninfa figurava...